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10 lagartos e lagartixas que você precisa conhecer: o décimo é o mais impressionante

Os lagartos constituem um grupo de répteis muito diversificado, em vários aspectos. Eles apresentam uma série de características morfológicas e comportamentos muito curiosas: podem ter chifres, placas espinhosas, ou serem totalmente delgados mas com colorações incríveis. Dentre estas várias espécies, eu separei algumas para vocês conhecerem. Confira:

1. LAGARTO-TATU (Cordylus cataphractus)



É uma espécie da família Cordylidae e possui de 15 a 20 centímetros de comprimento, habitando os desertos do sul da África. Eles possuem escamas pontudas para proteção, são ovovivíparos e se alimentam principalmente de insetos. Vivem em pequenos grupos e estivam durante o inverno.

2. LAGARTO-ESTRELA ou DRAGÃO-PINTADO (Stellagama stellio)


Stellagama é um gênero monotípico de lagartos solitários da família Agamidae. Eles são encontrados na Grécia, Sudeste da Ásia e no Nordeste da África. Podem medir até 40 cm de comprimento e comumente são encontrados paredes rochosas, rochas no chão e troncos, O nome do gênero é de origem grega, de Stelia = estrela, por conta de suas listras e manchas bem claras.

3. LAGARTO-ARCO-ÍRIS (Agama sp.)


Os lagartos-arco-íris são um complexo de espécies de cores diversas, onde o tom de azul e vermelho predominam. Alguns possuem a cabeça muito vermelha, como este da foto, e outros possuem uma cor laranja ou um vermelho mais claro. Além disso, é muito evidente um degradê no azul que começa mais escuro na região dorsal e na ponta da cauda termina mais claro. Eles possuem de 15 a 30 cm de comprimento e ocorrem na região do sub-Saharan, na África.

4. LAGARTIXA-DE-RABO-DE-FOLHA-GIGANTE (Uroplatus fimbriatus)


Os geckos, um tipo diferenciado de répteis da ordem Squamata (família Gekkonidae), conhecidos como lagartixas, são muito diversificados e inclusive muito cobiçados como pets. Eles são encontrados em florestas tropicais do mundo todo e possuem olhos extremamente grandes sensíveis 350 vezes mais à luz do que qualquer olho humano.

5. LAGARTIXA-DE-CAUDA-ESPINHOSA (Strophurus wellingtonae)


Esta é outra espécie de lagartixa muito conhecida, especialmente pelos admiradores de répteis, por conta de sua cauda com vários espinhos, o que dá o nome comum a ela. Ocorre na Austrália é muito pequena, podendo medir de 8 a 13 cm.

6. LAGARTIXA-SATÂNICA-DE-CAUDA-DE-FOLHA (Uroplatus phantasticus)


De aparência curiosa, cheia de espinhos e um corpo que é muito idêntico a folhas, essa lagartixa chama muito a atenção e é muito cobiçada como pet. Além disso, o que a torna ainda mais ameaçada é o fato dela ocorrer apenas em Madagascar. Assim como as outras, é muito pequena, medindo de 7 a 10 centímetros e pode se camuflar muito bem nas áreas onde existem serrapilheira (camada de folhas, troncos, frutos, sementes e flores que se acumula nos solos das florestas.

7. LAGARTO-DIABO-ESPINHOSO

Encontrado em itsnature.org

Esse lagarto é encontrado comumente nas áreas mais secas e arenosas da região central da Austrália. Ele mede de pouco mais de 10 cm de comprimento e além de seus espinhos por todo o corpo, ele pode mudar de cor e despistar possíveis predadores. Além disso, na parte de trás do pescoço ele tem uma protuberância espinhosa, que lembra outra cabeça. Quando ele se sente ameaçado, ele enterra a cabeça no solo para se proteger, enquanto a protuberância espinhosa fica bem evidente e desencoraja ataques de possíveis predadores.

8. LAGARTO-ANOLIS-DE-ALISON (Anolis allisoni)

Encontrado em herplove.tumblr.com

Essa belíssima espécie de lagarto pertence à família Polychrotidae e ocorre em Cuba, Belize e Honduras. Fêmeas possuem em média 7,5 cm de comprimento enquanto os machos possuem pouco mais de 10 cm e suas cores são mais chamativas, principalmente os tons de azul. Machos possuem uma crista nucal que se eleva quando ameaçados ou quando tentam intimidar outros machos.

9. LAGARTO-CAUDA-DE-ESCUDO (Xenagama taylori)

Encontrado em Pinterest

O lagarto de cauda-de-escudo tem menos de 10 cm e vive em regiões muito quentes da Somália e Etiópia, sendo encontrado principalmente em rochas e terrenos arenosos. Ele é essencialmente insetívoro mas pode se alimentar de sementes e frutos. O dimorfismo sexual nessa espécie é muito evidente: machos são finos e menores, quando reprodutivos possuem coloração azul abaixo da mandíbula e pescoço e possuem poros anais que soltam uma substância amarela quando ameaçados.

10. LAGARTO-DE-CHIFRES (Phrynosoma spp.)


Esses lagartos são sangue nos olhos! Além da aparência um tanto quanto diferente em relação aos lagartos mais comumente conhecidos por nós, eles tem uma estratégia essencialmente única no reino animal: quando ameaçados espirram sangue em seus potenciais predadores, pelos olhos. Essa estratégia é comumente observada quando cães selvagens ou coiotes vasculham rochas à procura destes lagartos nos desertos do México e EUA. E funciona: o sangue espirrado repele grandes predadores. Existem cerca de 15 espécies de lagartos-de-chifres na América do Norte.


Veja, no documentário da National Geographic (NatGeo Wild), esse interessantíssimo mecanismo de defesa em ação:

5 cursos à distância na área de Biologia

Hoje em dia muitas pessoas tem investido em cursos online ou cursos à distância para melhorarem seus currículos e até mesmo para obterem mais conhecimento em determinadas áreas de interesse. Porém, nem sempre essas pessoas encontram cursos online de qualidade e acabam jogando dinheiro fora. É por isso que eu tenho uma solução, principalmente para os estudantes de biologia!

Em 2012 eu fiz uma parceria com o Portal Educação e fico muito feliz em dizer que mais de 300 pessoas fizeram cursos online na área de biologia através de minhas recomendações. Nesse post, eu vou listar os 5 cursos mais procurados pelos leitores do blog e fãs da página. Vamos lá!

#1 - Curso online: Ecologia
No curso de Ecologia do Portal Educação, o participante estudará aspectos relacionados com ecologia evolutiva, de populações, de comunidades e de ecossistemas.

Carga horária: 80 horas / Duração: 30 dias
#2 - Curso online: Zoologia dos Vertebrados
O curso Zoologia dos Vertebrados, por meio da Educação a Distância, oferece aos profissionais da Biologia e demais interessados o conhecimento sobre os Grupos de Vertebrado Atuais, Nomenclatura Binomial, Evolução dos Vertebrados e muito mais.

Carga horária: 80 horas / Duração: 30 dias

#3 - Curso online: Microbiologia Ambiental
O curso Microbiologia Ambiental, por meio da Educação a Distância, oferece ao participante o conhecimento sobre diversos aspectos relacionados com o modo de vida e classificação dos microorganismos, e sua importância para o ambiente.

Carga horária: 100 horas / Duração: 60 dias

#4 - Curso online: Perícias Criminais
O curso de Perícias Criminais se propõe a trazer diversos conhecimentos dentro da área pericial de maneira geral, trazendo noções básicas da realização da perícia criminal no Brasil e no Mundo.

Carga horária: 100 horas / Duração: 60 dias

O curso Anfíbios e Répteis, por meio da Educação a Distância, oferece aos profissionais da Biologia, Veterinária e demais interessados o conhecimento sobre a classificação, biologia e ecologia de anfíbios e répteis e muito mais.

Carga horária: 80 horas / Duração: 30 dias


Para ter acesso aos outros cursos online na área de biologia, clique aqui!

A tartaruga que morde mais forte que um leão

Conhecemos muito bem a força da mordida de um tubarão, dos crocodilianos e dos leões no reino animal. Porém, existe uma tartaruga, que mesmo não sendo muito grande em relação aos animais acima citados, tem a mordida mais forte que a de um leão!


Esta tartaruga é conhecida mundialmente como "Alligator Snapping Turtle", a Tartaruga aligator (Macrochelys temminckii). Ela é uma das maiores e mais agressivas tartarugas do mundo. Os indivíduos desta espécie podem facilmente pesar 150 quilos e a expectativa de vida gira em torno dos 20 a 30 anos, porém indivíduos em cativeiro chegaram a viver cerca de 70 anos!

Ela é encontrada principalmente em pântanos, habitando também fundos de rios, lagos, lagoas, canais, em diversas localidades dos Estados Unidos.




A força da mordida da tartaruga aligator é tão grande que pode quebrar ossos humanos tranquilamente, ultrapassando 600 kg, enquanto a de um leão está próxima dos 400 kg. Para comprovar este fato, pesquisadores demonstraram pela NatGeoWild (National Geographic) a força da mordida deste animal em uma mão humana falsa. Veja o vídeo, e surpreenda-se!


Répteis pré-históricos: gênero Hydrosaurus

Os "dragões sailfin" do gênero Hydrosaurus intrigam qualquer um que se interesse por dinossauros.

Estes répteis pré-históricos viventes possuem picos e cristas em seus corpos, o que os torna ainda mais magníficos. Os machos possuem grandes velas salientes na base da cauda. Herpetólogos se apaixonam por eles!

No entanto, os dragões sailfin não são para todos. Eles ocupam a região tropical do leste da Indonésia, Nova Guiné e Filipinas.

Geralmente estes répteis (Hydrosaurus spp.) vivem em locais muito úmidos, principalmente perto de riachos. Fogem ao primeiro sinal de perigo, pois são muito rápidos, normalmente executando a bipedia na água, até afundarem numa distância segura da ameaça. Andar em bipedia, é andar sobre suas duas patas traseiras. Eles podem permanecer até uma hora debaixo dágua para garantir que qualquer ameaça passe.


Infelizmente estas espécies são muito vendidas para pessoas que os adotam como animais de estimação. Em cativeiros eles podem chegar até 3 metros e grandes machos adultos podem chegam os incríveis 4 metros! As fêmeas são geralmente um terço menor que os machos. As espécies Hydrosaurus pustulatus e H. amboinesis são as espécies que atingem os maiores tamanhos. Porém, de modo geral, as espécies do gênero Hydrosaurus apresentam uma faixa de 3 a 5 quilos de peso, sendo os machos os mais pesados.

Em cativeiro, existem relatos de exemplares que viviam 20 anos, porém a literatura revela que eles podem chegar até os 25 anos. Alguns em cativeiro, na faixa dos 15 anos, ainda se reproduzem ocasionalmente. 

Duas espécies de Hydrosaurus estão relatadas nas Filipinas. A espécie H. amboinensisno ocorre mais ao sul e H. pustulatus ao norte. No entanto, existe alguma confusão na identificação e, consequentemente, há confusões sobre a distribuição dessas espécies. Mais estudos taxonômicos são necessários para esclarecer a distribuição das espécíes do gênero Hydrosaurus nas Filipinas. Independentemente, as espécies são vulneráveis, sendo consideradas ameaçadas segundo a Lista de Espécies Ameaçadas da IUCN.

Fontes acessadas:
- IUCN

Os dinossauros eram répteis ou não?

Os pesquisadores que encontraram os primeiros fósseis de dinossauros, em meados do século 19, foram os que disseram que os dinossauros eram como os répteis atuais, porque observaram que os ossos dos mesmos eram muito semelhantes aos dos répteis, logo, o metabolismo também deveria ser semelhante.

Ou seja, eles presumiam que os dinossauros deveriam ser poiquilotérmicos (de "sangue frio") e dependiam da temperatura ambiente (calor do sol, por exemplo) o que possibilitava o aumento da velocidade de suas reações metabólicas, mantendo a temperatura corporal de certo modo constante, exceto pelo fato desta variar conforme a variação térmica do ambiente.

Os cientistas assumiram então que os dinossauros eram como as cobras e lagartos de hoje.


Mais de 100 anos depois, na década de 1970, surgiram as primeiras teorias questionando se os dinossauros eram mesmo seres parecidos com grandes répteis. Para começar, cobras, lagartos e jacarés são animais pequenos. Bichos maiores, como elefantes, hipopótamos e girafas, são todos mamíferos, pois, para movimentar toneladas de peso, se faz necessário um organismo forte e sempre disposto a gerar energia. Para que isso ocorra, a seleção natural trabalhou muito bem no processo de formação dos mamíferos, tornando-os capazes de gerar energia resultante do próprio metabolismo e mantendo a temperatura corporal estável, independentemente da temperatura do ambiente.

 Isso não ocorre com os animais de sangue frio, que precisam, por exemplo, de longos banhos de sol para acelerarem seus metabolismos. Se um corpo com muitas toneladas fosse usar esse mesmo método para se esquentar, precisaria de um número absurdo de horas de sol. Com base nessas evidências, começou-se a imaginar que os dinossauros teriam sangue quente, ou seja, manteriam a temperatura sempre constante e gerariam calor com a atividade das próprias células, assim como os mamíferos e as aves de hoje.

A idéia ganhou força com a descoberta de grande número de dinossauros com penas - hoje, uma característica típica das aves. Para completar, em 1993, foi achado um fóssil nos Estados Unidos que parece ser um coração de dinossauro petrificado, apesar de ainda haver divergências sobre isso. Se for mesmo um coração, ele teria um formato parecido ao desse órgão nos mamíferos, contando com quatro cavidades - os corações dos répteis têm apenas três.

Para resolver esse impasse, alguns cientistas lançaram a idéia de que os dinos teriam sangue quente mesmo sem produzir o próprio calor. Mas o tema ainda é polêmico. "O mais provável é que eles tivessem alguma maneira de manter a temperatura, mas de uma forma diferente de todos os animais que existem hoje", diz o paleontólogo Reinaldo Bertini, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro (SP). Enquanto não surgem novas evidências, ainda não dá para pôr um ponto final nessa história. [Mundo Estranho].

Como identificar uma coral verdadeira ou falsa

Este é um tema muito discutido por diversos biólogos e principalmente por nós acadêmicos, afinal muitas vezes encontramos animais em campo e podemos não saber identificá-los logo de cara.

E dentre essas confusões ou falta de conhecimento específico sobre as espécies (afinal não somos obrigados a saber tudo sobre todas elas), podemos muitas vezes ficar na dúvida e confundir a espécie ou nem conseguimos identificá-la.

A coral falsa (gênero Erythrolamprus) e verdadeira (gênero Micrurus) são exemplos clássicos das confusões na identificação de espécies. Isso é muito perigoso, afinal, em um caso de acidente ofídico, se a espécie não for capturada e identificada, a vítima pode ir à óbito, tendo em vista que a pessoa pode confundir as duas e desprezar o atendimento médico de urgência caso tenha identificado a espécie como uma falsa-coral.

Verdadeira ou falsa?

Por isso, é sempre importante tentar capturar a serpente que picou a pessoa, mesmo que seja necessário matá-la. Sem identificar a serpente, não há como indicar o soro antiofídico adequado para tratar a vítima.

E como podemos identificar uma serpente e dizer se ela é uma coral-verdadeira ou falsa? Vamos lá!


Observaram muitas diferenças entre elas? Pois bem. A verdadeira, eu aprendi com minha professora herpetóloga, possui o olho menor ou igual a distância do olho entre o lábio superior. Compreendeu? Se não, veja o esquema abaixo:


Este é um ponto importante na diferenciação das duas espécies. É o que aprendi na universidade. E vocês, o que mais podem dizer sobre a diferenciação dessas espécies? Comentem abaixo, quero saber!

Recomendo:

Tartarugas de água doce hibernam no fundo dos rios

Foto: Jasper Rais - Fonte: Science

Acredite ou não, muitas espécies de tartarugas de água doce são capazes de hibernar durante o inverno, ficando no fundo de rios, lagos e lagoas e privadas de oxigênio. Até então eu não sabia disso, mas esta informação já é muito bem conhecida e difundida no meio científico, ainda assim, eu fiquei muito curioso sobre este fato, principalmente quando li um artigo na Biology Letters com o título Detecting spring after a long winter: coma or slow vigilance in cold, hypoxic turtles? 

O título do artigo traduzido é mais ou menos  isso "Detectando a primavera após um longo inverno: coma ou vigilância lenta no frio, tartarugas em hipóxia?".

Este fato, das tartarugas apresentarem este comportamento, fez os cientistas Jesper G. MadsenTobias WangKristian BeedholmPeter T. Madsen realizarem este estudo, o que lhes rendeu uma interessante descoberta e explicação para este curioso fato.

Eles se perguntaram: Como as tartarugas podem detectar a chegada da primavera e responder de uma maneira sensata através de informações sensoriais durante a hibernação?

Para responder esta pergunta, eles realizaram um experimento onde expuseram as tartarugas-de-ouvido-vermelho (Trachemys scripta) sob condições em que elas hibernaram (frio e hipóxia) e as expuseram sob a luz e vibrações. Através das respostas das tartarugas eles puderam perceber que durante a hibernação as tartarugas mantinham capacidade de respostas neurais frente aos estímulos luminosos durante a hipóxia prolongada.

Cursos online relacionados com Répteis

Curso online de Anfíbios e Répteis: Classificação, Diversidade e Ecologia

Curso online de Zoologia dos Vertebrados

Além disso, quando as tartarugas que hibernaram por 14 dias foram expostas à luz ou elevação de temperatura da água, as mesmas tiveram um aumento na atividade, porém não responderam frente ao aumento de vibração ou de oxigênio.

Desta forma, neste estudo os pesquisadores concluíram que as tartarugas hibernantes não estão em coma, e que na verdade elas apenas estão em estado de vigilância durante a hibernação em hipóxia e no frio, o que permite que elas possam responder à chegada da primavera e consequentemente possam ajustar seu comportamento de acordo com os estímulos que o ambiente oferece durante a mudança climática em seu ambiente.

Você pode conferir este artigo acessando o link abaixo:

E você, já sabia que as tartarugas de água doce hibernavam?
Deixe seu comentário abaixo!

Camaleão troca de cor de modo incrível


Navegando pelo youtube encontrei um vídeo muito legal e decidi compartilhar com vocês! Esse vídeo mostra um camaleão em uma mesa e seu dono coloca sobre ele alguns óculos de cores sortidas, e rapidamente o camaleão responde, trocando de cor de acordo com as cores dos óculos.

Fiquei na dúvida, não sei dizer se é real ou montagem! Vejam o vídeo e me digam o que acham!

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E ai, se não for fake, é realmente incrível, não?

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Livro - Diversidade Biológica dos Arroios Capivaras, Ribeiro e orla do Guaíba - Barra do Ribeiro, RS


Olá amigos, tudo bem?

Hoje venho trazer até vocês um Ebook muito bacana criado pelo Luciano Moura de Mello e Vinícius Brasil do Amaral com o título: Diversidade Biológica dos Arroios Capivaras, Ribeiro e orla do Guaíba no município de Barra do Ribeiro, RS.

É a primeira vez que este Ebook é disponibilizado gratuitamente e o Eu Quero Biologia tem a honra de ser o primeiro site a divulgá-lo.

Luciano me contatou recentemente solicitando a divulgação do Ebook e me disse: é o primeiro site no qual disponibilizamos gratuitamente nosso livro, embora já tenha sido vendido na Saraiva. Espero que sirva para que o mundo, por meio da informação e das atitudes, seja um lugar melhor para todos. Com maior prazer aceitei prontamente a sua contribuição.

Vejamos então algumas partes do livro digital:




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Com visual limpo, bem atrativo e explicativo o Ebook pode ajudar muito tanto os estudantes de Biologia da cidade de Barra do Ribeiro, bem como os pesquisadores que necessitem de informações sobre a fauna local, além é claro de ser muito útil para pesquisadores do país inteiro.

Ótimo trabalho Luciano! Obrigado por compartilhar com o Eu Quero Biologia esta grande e valiosa informação.

Para visualizar o Ebook completo acesse abaixo:

Para fazer o Download pelo Slide Share:

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