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Búfalos: os animais mais perigosos da África


Dentre as presas dos leões, as zebras são várias vezes facilmente abatidas, porém um outro ungulado sempre os fazem correr e é bom de briga: o búfalo (Syncerus caffer). Não é à toa que estes mamíferos de grande porte são considerados um dos animais com a maior capacidade de defesa da terra.

Enquanto pastam, formam uma unidade defensiva fechada. Na liderança do bando fica um sentinela, que é geralmente o macho mais velho e experiente, nas laterais fêmeas maduras e atrás uma proteção formada por machos mais jovens e, no centro, os bezerros.

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Entorno desse centro frágil da manada, há aproximadamente 30 toneladas de carne dura, de adultos e jovens prontos para defenderem os mais novos dos temidos leões. Eles ficam bem juntos e passam cerca de 20% de seu tempo avaliando possíveis perigos, como a aproximação de leoas famintas. Seus olhos, ouvidos e narizes estão atentos a qualquer mudança brusca aos arredores.

Os grandes machos são os principais componentes da defesa, quando atacam com a força máxima podem atingir até 56 quilômetros por hora e causam sérios danos, como um impacto de um carro. Sua vantagem principal são seus chifres, armas formidáveis, e sua pele com cerca de 2 centímetros de espessura. Porém, ainda assim não são invencíveis, eles vivem sob constante ameaça de emboscadas.

Os leões são os únicos caçadores que se arriscam a desafiá-los. Geralmente os crocodilos os predam quando eles estão atravessando a água, onde estes répteis gigantes são extremamente ágeis  e muito mais vorazes. Já os leões assumem um grande risco tentando caçá-los, e conseguem.

As emboscadas armadas pelos leões geralmente acontecem numa área de transição de savana arbustiva para uma área mais aberta com gramíneas, onde os leões predominam. A maioria das emboscadas de sucesso na caça dos búfalos sempre acontecem nessas regiões.

Enquanto pastam, todos seguem o sentinela, mas de repente ele pára. Todos os outros do bando também param e observam atento ao seu redor, localizando os leões na espreita. Rapidamente o bando fica pronto para agir, organizando uma grande barreira entorno dos bezerros. Eles tem duas alternativas: manter a posição ou recuar.

O sentinela confia na cobertura dos outros, afinal, um ataque solitário aos leões pode ser seu último ataque. Nesse momento, qualquer descontrole pode provocar o estouro da manada e dispersos são alvos fáceis para os leões, ou então os filhotes podem ser pegos rapidamente.

Leão fugindo de búfalos no Kruger National Park - África do Sul. Foto: Dave Woollacott

Algumas vezes os búfalos morrem, porém, na maioria das vezes os ataques dos leões não são um sucesso. Na verdade, existem vários casos de ataques de búfalos aos leões, principalmente quando encontram ocasionalmente pequenos bandos com vários filhotes desses felinos. As leoas não são pareis para vários gigantes atacando-as e quando eles atacam os filhotes só param quando os filhotes não se movem mais. Os filhotes sobreviventes voltam para as leoas enquanto os búfalos seguem seu caminho sem medo algum,  sabendo que a qualquer momento alguns deles serão capturados por outros grupos de leões mais fortes e em maior número.

Ainda assim, vários vídeos desses episódios demonstram a força dos búfalos africanos mesmo sob ataques de leões. Ás vezes 2, 3 ou até mais leões tentam derrubar um macho adulto, mas não conseguem. Somente em grande número de indivíduos e atacando um macho desprotegido de seus parceiros é que as leoas (elas caçam muito mais que os leões) conseguirão matá-lo!

Incríveis animais, não acham?
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Queixadas realmente atacam?

Hoje vou falar sobre um caso que muitos julgam como verdade absoluta sem contestamento, o ataque de queixadas. O que você acha? Será mesmo que eles te atacam e te matam se você estiver perto deles? Ou acha que eles podem até atacar, mas somente quando estiverem ameaçados, por defesa própria?

Pois bem, eu trabalhei com queixadas, no Instituto Ambiental Quinta do Sol em Taboco, um distrito do município de Corguinho em Mato Grosso do Sul. Você pode saber mais sobre minhas pesquisas com estes animais clicando aqui. 

Mas voltando ao assunto, será mesmo que estes animais são assim tão violentos?


Como você pode ver, estes "estalos" que eles fazem são batidas de dentes para se defender antes de atacar, pois os animais não precisam e evitam brigas o tempo todo, somente em casos extremos que eles brigam entre si, e principalmente, é raro quando atacam alguém ou até mesmo outros animais. Isso serve não só para os queixadas como também para os outros animais, como por exemplo a cascavel, já percebeu que ela chacoalha o sua cauda para que seus guizos funcionem como um sinal de " se afaste, se chegar mais perto eu te ataco". É realmente isso que os animais fazem, sinalizam para evitar confrontos.

Os venenos para as cobras são extremamente importantes. Mas porque eu falo das cobras? Queixada e cobra, o que tem a ver? Tudo! Você percebe no vídeo que o queixada quando está assustado na jaula está o tempo todo batendo os dentes, isso é uma forma de sinalizar que ele não quer atacar, mas se chegar mais perto ele ataca! Entendeu agora como os animais evitam os conflitos? Eles são acostumados a brigar por território, disputas de parceiros sexuais ou recursos alimentares, e ainda sim, estes conflitos são raros, principalmente quando se fala em queixadas, já que o grupo é grande e se respeitam.

Realmente, os queixadas fazem grandes estragos quando atacam, pois os dentes deles são grandes e fortes, rasgando a carne da vítima rapidamente com facilidade. Fazendeiros temem por estes animais porque muitas vezes seus cachorros foram atacados e puderam ver o estrago. Mas é claro que o bando de queixadas não saiu correndo atrás do cachorro, foi o cachorro que mordeu o animal, que já havia "estalado" os dentes um bucado para tentar impedir o cachorro de mordê-lo.

O mais bacana de tudo é que quando estamos no meio do bando eles ficam quietos, apenas nos sentido através do olfato, pois eles não enxergam muito bem. Sempre fico no meio do bando destes animais, quieto e com minha câmera, nunca estes animais se voltaram contra mim, inclusive quando estão com filhotes. O que eles fazem somente é soltar da sua glândula odorífera uma substância que fede demais! O cheiro desagradável é uma forma de também inibir predadores quando se aproximam do bando, bem como serve para marcar território.

Eu amo estes animais e os defendo com unhas e dentes! Não são agressivos e nem saem atacando. Como disse acima, fico no meio do bando contando os indivíduos (machos e fêmeas, filhotes juvenis e adultos) e nunca me atacaram.

Os animais tem mais medo de nós, do que nós deles.



Projeto Queixada


O Projeto Queixada é desenvolvido pela norte-americana Alexine Keuroghlian, Bióloga Doutora, membro da Ong Internacional WCS - Wildlife Conservation Society (Sociedade de Conservação da Vida Selvagem), no Instituto Ambiental Quinta do Sol, em Taboco, distrito de Corguinho - MS. No projeto, alguns animais recebem colares para serem monitorados. Estes colares são rastreáveis por um Rádio receptor que capta os sinais transmitidos pelos colares em uma área de até 1,5km de circunferência. Atualmente, Jeff, Paulinha, Kris e Lídia são os animais que estão sendo monitorados, ambos fazem parte de bandos diferentes. Os queixadas formam bandos imensos, de 50 a 100 indivíduos, ou até mais, e o objetivo desta pesquisa é identificar as áreas de deslocamento destes animais, analisar quais são os componentes da sua dieta e fazer comparações genéticas de DNA coletado em pelos.

Para a captura destes animais, estão instaladas 6 armadilhas, no qual são sempre sevadas com milho e sal, para que os animais se acostumem a frequentar estas áreas, facilitando a captura posterior. Em cada armadilha, são instaladas as armadilhas de pelos, que são feitas com arame farpado, para que os animais passem e deixem pelos enroscados.

Estes pelos são enviados à USP-SP para que a análise do DNA seja feita. É realmente um trabalho muito complexo que a Bióloga Alexine tem desenvolvido. Eu hoje participo deste projeto, coletando alguns dados, fazendo o rastreamento dos indivíduos pela rádiotelemetria e também fazendo as observações diretas onde vamos atrás do bando. Também colocamos armadilhas fotográficas, no qual será meu TCC.



O principal funcionário deste projeto é o Paulino. Natural do Paraná, Paulino se mudou para o Mato Grosso do Sul a cerca de 20 anos e por aqui ficou. É quase um Biólogo, conhece várias aves, serpentes, lagartos, mamíferos e espécies vegetais, é um guia de campo excelente. Ele trabalha de 10 a 15 dias por mês no projeto quando estamos ausentes, e faz todo o serviço quase sempre em companhia da Bióloga mestre em Botânica, Maria Ducarmo, a Duca, proprietária do Instituto Quinta do Sol.

Foto: Duca e Alexine.

O projeto também possui extensões para o Pantanal no qual está sendo bem desenvolvido também, mas o foco principal é no Instituto, pois existe uma importante parceria com várias fazendas ao redor do Instituto, como a Colorado, Morro Alegre e Espora. É muito importante a conscientização dos proprietários rurais sobre a importância dos queixadas no meio ambiente. Mais importante ainda é o fato de que a maioria dos proprietários na região entorno do projeto impedem a caça e pesca. Ia desenvolver meu Trabalho de Conclusão de Curso - TCC com a Alexine, que era minha orientadora, faria uma análise do horário de alimentação de queixadas e catetos, relacionados à diferentes tipos de frutos, como o Buriti, a Quina-brava e amescla, além de muitos outros, porém não deu certo de continuar lá devido à intensificação das disciplinas e novas matérias no curso, mas, essa experiência foi a melhor da minha vida e graças à Alexine eu pude ter certeza em escolher em qual área vou seguir.

Instalando o colar, com a frequência 540hz na queixada Paulinha. Dia 09/09/2011. Instituto Quinta do Sol.

Anta - Tapirus terrestris

Tapirus terrestris

Em todo o mundo existem quatro espécies de antas (Tapirus terrestris, T. bairdii, T. pinchaque e T. indicus) classificadas na Ordem Perissodactyla Subordem Ceratomorpha, Superfamília Tapiroides, Família Tapiridae e Gênero Tapirus. Três destas espécies, T. terrestris, T. bairdii e T. pinchaque, estão distribuídas no Novo Mundo, sendo que T. terrestris e T. pinchaque, esta endêmica da Cordilheira dos Andes, ocorrem alopatricamente, enquanto T. bardii e T. terrestris colombianus, ocorrem provavelmente de forma simpatrica no noroeste da Colômbia. A quarta espécie, T. indicus, tem sua distribuição restrita ao sudeste asiático. 

T. terrestris possui quatro subespécies descritas: T. t. terrestris, T. t. colombianus, T. t. aenigmaticus e T. t. spegazzinii, embora não haja até o momento evidências genéticas e/ou taxonômicas conclusivas para se afirmar isto. Sua distribuição geográfica se estende desde o Rio Grande do Sul no Sul do Brasil, Chaco da Argentina, Paraguai e Bolívia, ao norte até a região Amazônica do Brasil, Peru, Equador, Colômbia, Guianas Francesas, Suriname e região oeste da Venezuela através da Cordilheira Oriental de Sierra da Petira ao norte da Colômbia.


No Novo Mundo, a anta é o único representante nativo dos ungulados da Ordem Perissodactyla, sendo o maior mamífero terrestre da região. Indivíduos adultos geralmente apresentam 150-300 kg de massa, altura na região dos ombros de 77-108 cm e um comprimento total do corpo de até 221 cm para as fêmeas e 204 cm para os machos. Membros desta ordem incluem os maiores herbívoros de estômago simples existentes (cavalos e rinocerontes). Esta característica implica no dispêndio da maior parte do tempo em forrageio de grandes quantidades de plantas, devido à baixa eficiência de seu mecanismo de fermentação da celulose. 

São animais tímidos, silenciosos raramente avistados no ambiente natural; quando alarmados correm em direção à água, mergulham e nadam junto à superfície; possuem os sentidos da audição e olfato muito apurados e, embora sejam animais considerados primariamente solitários, fêmeas com filhotes dependentes, adultos junto a juvenis, ou grupos se alimentando juntos não são raros.

A anta é um componente ecológico fundamental para as comunidades vegetais, desempenhando um importante papel na estrutura, dinâmica e diversidade biológica das florestas tropicais ao atuar como dispersor e predador de numerosas espécies vegetais. Adicionalmente, em alguns ecossistemas (Pantanal Matogrossense), sua biomassa (380 kg/km²) chega a corresponder a 25% do total constatado a partir de 64 espécies da mastofauna. 

Vários fatores vêm contribuindo para o rápido e contínuo declínio das populações de T. terrestris em muitas áreas da América do Sul, sendo os mais significativos a intensa pressão de caça e a destruição de seus hábitats preferidos. A necessidade por ações de conservação e melhor manejo da espécie foram inicialmente notadas no Brasil na década de 30. Devido ao quadro crítico em que a espécie se encontra, ela está listada como ameaçada de extinção pela U.S. Fish and Wildlife Service, CITES, Apêndice II (US-ESA endangered) e IUCN (Red List 2002 VU-Vulnerable A1cd +2c +3c).

Capivara - Hydrochoerus hydrochaeris

A capivara (Hydrochoerus hydrochaeris, Linnaeus, 1766 - única espécie da família Hydrochaeridae) é o maior roedor atualmente vivo (Emmons, 1990), chegando a medir 1,30 m de comprimento e 0,50 a 0,60 m de altura. Pode pesar até 100 kg, porém seu peso médio é de 50 kg para as fêmeas e 60 kg para os machos (Deutsch & Puglia, 1988). O nome genérico Hydrochoerus significa porco d’água (Mendes, 1986). A designação vulgar “capivara” é de origem tupi-guarani: caapi, capim, e uaára, comer, o que significa comedor de capim (Carvalho, 1969; Mendes, 1986). É um herbívoro generalista de hábito semi-aquático (Alho et al., 1987a), que ocorre na América Central e do Sul, do Panamá ao Nordeste da Argentina (Emmons, 1990).

O habitat ideal das capivaras geralmente engloba um local de pastagem, um corpo d’água permanente, que utiliza para beber, copular, regular a temperatura corporal e como via de fuga antipredatória, além de uma área não inundável com cobertura arbustiva, para descanso (Nishida, 1995; Moreira & MacDonald, 1997). São animais sociais, vivendo em grupos (Alho et al., 1987a). Os grupos de capivaras são territoriais, e o tamanho do território está correlacionado com o tamanho do grupo (Herrera & MacDonald, 1989). Através de interações agressivas entre os machos de capivaras é estabelecida a estrutura social, formada por um macho dominante, várias fêmeas, jovens e subadultos (Alho & Rondon, 1987).


As capivaras se reproduzem o ano todo (Alho et al., 1986). A alta capacidade reprodutiva das capivaras, os hábitos alimentares generalistas e a baixa exigência quanto às condições do habitat são alguns aspectos que podem ter contribuído para o desequilíbrio populacional da capivara no Estado de São Paulo (Pinto et al., 2006), além do desaparecimento de predadores naturais (Pinto, 2003).

A capivara é importante sob o ponto de vista de saúde pública. Está relacionada com a transmissão da febre maculosa, causada pela bactéria Rickettsia rickettsii, através do carrapatoestrela Amblyomma cajennensis, para o qual é um dos hospedeiros primários (Cavalcanti, 2003).

Cateto (porco-do-mato) Tayssu tajacu



Tayssu tajacu

Os catetos (Tayassu tajacu) também conhecidos como caititus, porcos-do-mato ou pecaris, são animais gregários e rústicos que produzem carne e couro de excelente qualidade, para os quais existe  grande demanda internacional. Membros da família Tayassuidae, os catetos se separaram da família Suidae a dezenas de milhões de anos (Bernirshchke, 1974). Portanto, apesar de serem bastante semelhantes ao porco doméstico e ao javali, os catetos não são porcos, diferindo dos mesmos em alguns aspectos, como por exemplo: pelo estômago que é dividido em quatro compartimentos (Cavalcante Filho, 1996), vesícula biliar ausente, membros pélvicos contendo três dígitos e pela presença de uma glândula de cheiro na região dorsal próximo à cauda, cuja secreção tem odor forte e coloração esbranquiçada (Sowls, 1974).


O cateto adulto tem em torno de 0,75 a 1,0m de comprimento; 0,40 a 0,45m de altura e o peso variando de 14 a 30kg (Nowak & Paradiso, 1983). Seus pelos são longos, ásperos e geralmente pretos com anéis brancos, conferindo uma pelagem acinzentada ao animal. Em seu dorso existe uma crina erétil composta de pelos que tendem a ser mais escuros e na região do pescoço destaca-se uma faixa de pelos brancos, dando um aspecto de colar (Sowls, 1984). Tais animais possuem pernas finas e a cabeça desproporcionalmente grande em relação ao restante do corpo. Praticamente não existe dimorfismo sexual nesta espécie ,   só  sendo possível distinguir os sexos  pela visualização do escroto dos machos, mesmo assim, quando observados à curta distância (Sowls, 1984).

A distribuição geográfica do cateto é bastante ampla, sendo encontrado naturalmente na América do Sul, na América Central e Sul dos Estados Unidos (Cabrera &Yepes, 1940). Tal espécie vive em uma grande diversidade de habitat, desde regiões de florestas tropicais úmidas a regiões semi-áridas, conseguindo sobreviver mesmo em áreas devastadas (Sowls, 1984). Esta capacidade de sobrevivência desta espécie em diferentes condições se faz graças a adaptações fisiológicas e comportamentais, como por exemplo, a aceitação de uma longa lista de itens alimentares como frutas, folhas, raízes, cactáceos e tubérculos (Sowls, 1984). 

Em cativeiro esses animais também se adaptam facilmente a diferentes tipos  de alimentação, sendo normalmente tratados com milho, mandioca, abóbora, banana, cana-de-açúcar triturada, silagem de milho, silagem de sorgo e ração comercial de suínos (Liva et al., 1989).

Em condições naturais os catetos vivem em grupos de cinco a 15 indivíduos, constituídos por animais jovens e adultos de ambos os sexos (Neal, 1959, Ellison & Harwell, 1969, Schweinsburg, 1971). No Brasil, Miller (1930) relatou uma média de 12 indivíduos por grupo no estado do Mato Grosso. Normalmente, os grupos são estáveis e os seus membros não são expulsos, nascem e permanecem no mesmo grupo até a morte (Nogueira Filho, 1996, Nogueira Filho et al., 1999). Não há formação de bandos só de machos e nem haréns.


No entanto,  podem ocorrer fragmentações temporárias na época das chuvas, quando a vegetação fica mais densa, o que torna mais difícil a defesa contra predadores (Sowls, 1984). Esporadicamente, também podem ser registrados casos de animais isolados, geralmente indivíduos velhos e doentes que não conseguem acompanhar o grupo.
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